Vamos falar do livro: “Pátria chamada amor: quando vencer a batalha significa se render” da Marcia Rubim, que tem em comum conosco, o amor por Niterói!

Capa do livro com casal abraçado
Capa do livro

 

Conheci a Marcia por acaso, através do Facebook e, de cara, já me apaixonei pela capa desse livro. Fui convidada por ela à compartilhar minhas “Primeiras impressões” sobre o livro. Como sou muito ansiosa (muito mesmo, nível hard), deixei para o último minuto e para já ler o livro todo… Quando soube que a história se passava em Niterói (minha terrinha), fiquei ainda mais na expectativa… As descrições das ruas e das praias, me fazem ouvir o barulho das ondas e da agitação do calçadão de Icaraí no fim da tarde… Ah, e o nome do protagonista? Christiano… Tem nome mais lindo? Ainda com o “h” que eu queria tanto que meu nome tivesse….

Só por aí vocês já podem imaginar minha ansiedade para ler… No dia 05 de junho, foi lançado na Amazon e fui logo adquirir o meu. É um livro um tanto quanto extenso e levei dois dias lendo.

Posso dizer que vale muito a pena. Tem romance doce o suficiente pra muitas formiguinhas. Também tem amizades duradouras, problemas familiares, triângulo amoroso e sua dose de tristezas…

A história vai ganhando força aos poucos e te prende ao ponto de não conseguir parar enquanto não acabar.

Pátria chamada amor

O livro já começa com um poema lindíssimo: A vida – Mario Quintana.

Christiano e Nina se conhecem meio que por acaso, e ainda com um mal entendido básico que gera alguns probleminhas entre eles. Porém nada que atrapalhe a química existente entre o casal.

Ambos têm em comum a determinação. Nina, de se formar em medicina e Christiano, de subir na carreira nas Forças Armadas. Ambos têm problemas com seus pais. Porém tratam desses problemas de formas completamente opostas. Duas pessoas tão iguais, mas ao mesmo tempo tão diferentes…

Acho que isso é o mais interessante da história, porque analisando os protagonistas eles têm muita coisa em comum, mas ao mesmo tempo, tomam atitudes completamente diversas entre si. As ‘surras da vida’ deixam a Nina ainda mais ligada à família, enquanto Christiano evita o contato o máximo possível…

Apesar das dificuldades encontradas, tudo parece estar dando certo, até que uma tragédia da natureza somada à um ato de vingança vindo de onde menos se espera, faz com que nosso casal se separe por um longo tempo.

Pra aplacar a tristeza surge uma personagem doce e especial, a rouxinol Luíza…

Depois das doses de sofrimento que a vida reserva ao casal, e olha que não são poucas, quem pode afirmar que ainda teremos o “felizes para sempre”?

 

Quem acompanha as resenhas aqui do Janelas, sabe que não costumo dar spoilers. Pra manter esse padrão, vamos parando por aqui…

Super recomendo a leitura.

Para adquirir o seu Pátria chamada amor, clique aqui.

Vista da cidade de Niterói, contemplando o MAC, a Praia de Icaraí e a Praia de São Francisco
Vista da cidade de Niterói, onde se passa a história.

 

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